Paviland® Fibra Macro

Macrofibra sintética estrutural especialmente concebida para adicionar ao betão e utilizar como alternativa às fibras de aço e às malhas eletrosoldadas, numa ampla variedade de aplicações como reforço.
Proporciona uma maior fixação na matriz do betão, assegurando um reforço tridimensional, cumprindo com os principais padrões de especificação e rendimento. Utiliza-se especificamente para a redução de fissuras por retração plástica para melhorar a resistência ao impacto, à abrasão e para aumentar a resistência à fadiga do betão.


Download da ficha técnica


Informação adicional

Composição

Macrofibra sintética estrutural composta por copolímeros 100% virgens.

Caracteristicas e aplicações

  • Substitui a armadura destinada a absorver as tensões produzidas durante a presa e o endurecimento do betão vertido, podendo substituir parcial ou totalmente, em função de cada caso, as armaduras principais.
  • Resistências equivalentes a malhas eletrosoldadas e fibras de aço.
  • Melhor controlo da contração, inibindo o surgimento de fissuras e reduzindo a segregação. 
  • Proporciona reforço tridimensional ao betão.
  • Em betão projetado reduz o desgaste e a reflexão dos equipamentos.
  • Aumenta a durabilidade, a resistência ao impacto e à fadiga.
  • Proporciona dureza à flexão.
  • Reduz o custo operativo em comparação com a malha soldada.
  • Execução rápida e fácil de agregar; elevada dispersão no betão.
  • Resistente à corrosão e à alcalinidade.
  • Respeita o meio ambiente, seguro e mais leve do que o aço.
  • Utilizações: pavimentos industriais ou de estacionamento, lajes, estruturas pré-fabricadas de betão/argamassa, etc.

Requisito mínimo do betão

  • Grau de betão: C20/25 mínimo.
  • Tipo de cimento: qualquer combinação, aditivos e compatível com a utilização de cinzas volantes.
  • Tamanho do agregado: qualquer tamanho de agregado sempre que o tamanho nominal não ultrapasse os 25% da secção mais fina. Aplicação não especificada nesta Ficha Técnica.

Modo de emprego

Agregar à mistura de betão fresco. Em geral, recomenda-se adicionar as fibras juntamente com os outros agregados. As fibras devem ser misturadas com o betão entre cinco e dez minutos a alta velocidade de rotação da betoneira. O tempo ideal deve determinar-se em cada caso, uma vez que dependerá do tipo de misturadora e metros cúbicos de betão. Para garantir uma dispersão e uniformidade completas, este tempo pode ser mais longo.
Dosagem recomendada: entre 1,8 e 6,0 Kg/m³, dependendo dos requisitos de cada projeto.

Apresentação

Bolsas hidrossolúveis de 1 Kg.
Armazenamento na sua embalagem original fechada, ao abrigo das intempéries e da humidade.

Reciclagem de embalagens

Bolsas hidrossolúveis de 1 Kg.

Dados técnicos

Densidade 0,91 gr/cm3
Cor Cinzento
Aspeto Monofilamentos trançados
Comprimento da fibra 54 mm
Diâmetro equivalente 0,50 mm
Resistência a álcalis e ácidos Excelente
Condutividade térmica Baixa
Temperatura de fusão 160 - 170 °C 
Resistência à tração 595 MPa
Módulo de elasticidade 5,5 GPa
Número de fibras 110.000 fibras/m3
Efeito sobre a consistência do betão com 5,0 Kg/m3 Tiempo de Vêbê: 6s 
Efeito sobre a resistência do betão com 5,0 Kg/m3 CMOD 0,5 mm – 2,1 N/mm2
CMOD 3,5 mm – 2,3 N/mm2 
CONTEÚDO [Kg/m3] Fct, L[ MPa] fR,1 [MPa] fR,2 [MPa] fR,3 [MPa] fR,4 [MPa]
5,0 4,6 2,1 2,2 2,3 2,3

Notas

As instruções quanto à forma de utilização são realizadas de acordo com os nossos ensaios e conhecimentos e não pressupõem um compromisso do GRUPO PUMA nem isentam o consumidor do exame e verificação dos produtos para a sua correta utilização. As reclamações devem ser acompanhadas da embalagem original para permitir a rastreabilidade adequada.

O GRUPO PUMA não se responsabiliza, em caso algum, pela aplicação dos seus produtos ou soluções construtivas por parte da empresa aplicadora ou demais sujeitos intervenientes na aplicação e/ou execução da obra em questão, limitando-se a responsabilidade do GRUPO PUMA exclusivamente aos possíveis danos atribuíveis direta e exclusivamente aos produtos fornecidos, individuais ou integrados em sistemas, devido a falhas no fabrico dos mesmos.

Em qualquer caso, o redator do projeto de obra, a direção técnica ou o responsável da obra, ou subsidiariamente a empresa aplicadora ou outros sujeitos intervenientes na aplicação e/ou na execução da obra em questão, devem certificar-se da idoneidade dos produtos atendendo às características dos mesmos, bem como as condições, suporte e possíveis patologias da obra em questão.

Os valores dos produtos ou soluções construtivas do GRUPO PUMA que em cada caso sejam determinados pela norma UNE ou qualquer outra aplicável, referirem-se exclusivamente às condições expressamente estipuladas na dita normativa e que vêm referidos, entre outros, a determinadas características do suporte, condições de humidade e temperatura, etc. sem que sejam exigíveis ensaios obtidos em condições diferentes, tudo isto de acordo com o expressamente estabelecido na normativa de referência.

Documentos